quinta-feira, 26 de maio de 2016

sábado, 21 de março de 2015

quinta-feira, 14 de novembro de 2013



andava eu por aqui nas teclas a ver o que se fez por esse mundo fora relacionado com o dia mundial da Diabetes quando dei por mim aqui no ensaios por um link das sextas azuis, curioso, obrigado Davi

e perdi-me, perdi-me a ler e reler este blog de que tanto gosto e que às vezes esqueço; li e reli e cheguei ao meu perfil: Sou gente com cara, olhos e nariz para a frente. Gosto de sopa de grão, chocolate, bolas de berlim e arroz doce. Gosto da vida, do sol e de rir à gargalhada....

sou mesmo assim, mas sou muito mais, também gosto de sardinhas e de feijoada, gosto de andar de bicicleta e de brincar com os miúdos, gosto de rir e sim, gosto muito da vida e sou mesmo gente feliz com lágrimas.

um abraço grande para vocês

sexta-feira, 10 de maio de 2013

gente feliz com lágrimas

tenho andado perdida em pensamentos, daqueles para os quais nunca encontramos a resposta certa, às vezes uma ou outra ideia que vai respondendo e atamancando a questão inicial, mas sempre com a certeza de que não é de todo a resposta certa, andava eu portanto enfiada em pensamentos quando toca o telefone: «lembras-te do livro gente feliz com lágrimas?»


...e falamos ali um bocadão, lembro sim, claro foste tu que me emprestaste, ainda o tenho
podes continuar com ele, só que me lembrei, queres lê-lo?...
tu não queres? então é isso mesmo, vou ler, vou reler e quem sabe, ler outra vez, porque apesar das lágrimas, nós só queremos ser felizes, todos.
e todos, todos temos episódios felizes.

---«E os olhos dele, rasando-se de lágrimas, eram afinal olhos felizes com lágrimas - assim você me perdoe o facto de a minha história comportar também episódios felizes...»

quinta-feira, 21 de março de 2013

Dia de passeio

Estava tudo planeado para aquele passeio,
as bicicletas em ordem, já revistas pelo jovem mecânico,
os amigos com local e hora marcada para o encontro,
os miudos a dizer: pai tens que ir senão a mãe não nos deixa ir...
o pai que de todo não podia, (bem queria mas a saúde às vezes prega-nos partida)s a olhar para eles;
não faz mal, o pai não pode, vão com a tia, a tia sai mais cedo e toca a pedalar,

enfim, tudo, tudo pronto

e, naquele dia, na hora do passeio, catrapuuum, uma trovoada de meter medo e uma enxurrada que fez as ruas parecerem rios, a tia saiu cedo sim, mas naquele bocadinho até casa veio levada na corrente de águas escuras que inundavam as ruas, água pelos joelhos, até o mecânico acordou com o barulho da tempestade.

Escusado será dizer que não houve passeio, ninguém pedalou nesse dia.

nem por isso os ânimos esmoreceram, à tarde todos juntos fizeram uma festa e riram,
e brincaram,
e foi festa até ser noite,
enquanto o céu não nos cair em cima da cabeça vai sempre haver motivo para uma festa com os amigos

segunda-feira, 11 de março de 2013